domingo, 15 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
PINGA FOGO :Suicídio - Richard Simonetti
Nenhuma religião admite o suicídio, o que demonstra, em princípio, tratar-se de algo contrário às leis divinas. O Espiritismo corrobora essa idéia. Podemos dizer que se trata da pior maneira de morrer. Em qualquer tipo de morte podemos dizer que se cumpriram os desígnios divinos. No suicídio não. Deus não quer que ninguém elimine a própria vida.
Não conheço nenhum princípio islâmico que recomende o suicídio ou o assassinato. Os que o fazem são fanáticos movidos a ódio, que é a negação da religiosidade, e por uma profunda ignorância quanto às consequências do suicídio.
Todo ato de violência que cometemos contra nós mesmos, ferindo ou aniquilando o corpo, atinge o perispírito, nosso corpo espiritual. Em lamentável destrambelho, os suicidas são confinados em regiões de tormentos indescritíveis, que segundo eles próprios, não tem similar na Terra.
Depende do tipo de suicídio, das circunstâncias agravantes, como é o caso dos homens bomba, ou atenuantes, envolvendo uma depressão grave, um desequilíbrio mental.
Sempre há responsabilidade no ato do suicídio. Nenhum obsessor nos obriga ao suicídio. Ele nos induz. A decisão é sempre nossa. Mesmo nos casos de subjugação, em que o obsessor domina a vítima esta tem o instinto de conservação a seu lado e tenderá a resistir, a não ser que a idéia a seduza.
É apenas um gesto instintivo de fuga. O calor, nessa situação é tão intenso que, literalmente, pode derreter a vítima.
Esquecer as circunstâncias de sua morte. Deixar de lembrar deles morrendo em decorrência da auto-agressão. Pensar vivos, no mundo espiritual, e orar muito por eles. Dizem os suicidas que as orações em seu benefício constituem refrigério para suas almas.
Como Ajudar uma Mãe de um Suicida?
RADIO NOVELA: SEXO E DESTINO - CAP 18
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
ditérios/206 = (subst.masc.) – ditos satíricos, troças;
crenas/214 = (subst.fem.) – espaço entre os dentes de uma [roda] peça dentada;
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
MESA REDONDA: DEPRESSÃO E MODERNIDADE SOB A ÓTICA ESPÍRITA
FOTOS DA MESA REDONDA
Foi realizada, no dia 08/01/2012 (-Domingo) *20 horas*, por dois Palestrantes convidados da 'R.L' (Humberto: Psicologo - Psicanalista) a e (Sergio: Clinico Geral- ), Coordenada pelo Nosso Dirigente Huggow Denzo.
Participem de nossas Palestras, que são ministradas no primeiro Domingo de cada mês.
domingo, 8 de janeiro de 2012
FOTOS GRUPO DE ESTUDO "SEXO E DESTINO" ( RADIO NOVELA)
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Sexo e Destino - Capítulo 17
Sublime narração do despertar do Espírito para as verdades eternas!
A Doutrina dos Espíritos, de que o “O Evangelho Segundo o Espiritismo” registra tantas claridades espirituais, é benção incomparável para dissipar dúvidas e alicerçar robustamente a fé em Deus! O réprobo, ao mudar seu padrão vibratório para melhor, desliga-se automaticamente do obsessor. E o obsessor alijado, para logo busca outro “porto encarnado” onde atraca sua tirania...
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
ARNULFO e TELMO/199 (d) – Auxiliares espirituais em apoio a Marita.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
gargalheira/201 = (subst.fem.) – coleira com que se prendiam os escravos;
CANTINHO DOS PARTICIPANTES DOS GRUPOS DE ESTUDOS ;)
A vida é fruto da decisão de cada momento,talvez seja por isso,que a ideia do plantio seja tão revelador sobre a arte de viver e plantar.
É atitude de constante semeadura,de deixar cair a terra de nossa existência as mais diversas formas de sementes.
Cada escolha por menor que seja ,é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos.
Um dia tudo que agora silenciosamente plantamos,ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...
Para cada dia, o seu empenho a sabedoria biblíca nos contribui á isso,quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa"!
Hoje,neste tempo que é seu ,o futuro está sendo plantado.
As escolhas que você procura,
Os amigos que você cultiva,
As lieturas que você faz.
Os valores que você abraça,
Os amores que você ama,tudo será determinante para colheita futura.Felicidade talvez seja isso:alegria de recolher da terra que somos,frutos que sejam agradáveis aos olhos.
Infelicidade talvez seja ao contrário.
O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo.
Sempre é tempo de lançar sementes ...
Sempre é tempo de recolher os frutos.Tudo ao mesmo tempo.
Sementes de ontem, frutos de hoje
Sementes de hoje ,frutos de amanhã!
Por isso não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra.
Cuidado com os semeadores que não lhe amam.
Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.
Cuidado com semeadores que não conhece.
Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores...
Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você,afinal você merece muito mais que qualquer coisa.
Cuidado com os amores passageiros,eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam....
Cuidado com os invasores do seu corpo...Eles costumam voltar para ajudar a consertar a desordem...
Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar...
Eles costumam lhe fazer esquecer que você vale a pena...
Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí...elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo...
Não tenha medo de olhar no espelho, é nessa cara safada que você tem,que Deus resolveu expressar mais uma vez,o amor que ele tem pelo mundo.
Não desanime de você mesma que a colheita de hoje não seja muito feliz.
Não coloque um ponto final nas suas esperanças.
Ainda ha muito o que fazer ,ainda há muito o que plantar,e o que amar nessa vida .
Ao invés de ficar parado no que você faz de errado,olhe para frente,e veja o que ainda pode ser feito...
A vida ainda não terminou e já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem"...va en frente.
Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.
Deus resolveu reforma o mundo,e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.
Isso prova que ele ainda acredita em você,e se ele ainda acredita ,quem sou eu pra dúvidar....?
COLABORAÇÃO: Marla Arida
FOTOS DO EVANGELHO NO LAR ;)
EVANGELHO NO LAR
QUE TEMOS COM O CRISTO?
“Ah! que temos contigo, Jesus Nazareno? vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus.” — (MARCOS, capítulo 1, versículo 24.)
Grande erro supor que o Divino Mestre houvesse terminado o serviço ativo, no Calvário.
Jesus continua caminhando em todas as direções do mundo; seu
Evangelho redentor vai triunfando, palmo a palmo, no terreno dos corações.
Semelhante circunstância deve ser lembrada porque também os Espíritos maléficos tentam repelir o Senhor diariamente.
Refere-se o evangelista a entidades perversas que se assenhoreavam do corpo da criatura.
Entretanto, essas inteligências infernais prosseguem dominando vastos organismos do mundo.
Na edificação da política, erguida para manter os princípios da ordem divina, surgem sob os nomes de discórdia e tirania; no comércio, formado para estabelecer a fraternidade, aparecem com os apelidos de ambição e egoísmo; nas religiões e nas ciências, organizações sagradas do progresso universal,
acodem pelas denominações de orgulho, vaidade, dogmatismo e intolerância sectária.
Não somente o corpo da criatura humana padece a obsessão de Espíritos perversos. Os agrupamentos e instituições dos homens sofrem muito mais.
E quando Jesus se aproxima, através do Evangelho, pessoas e
organizações indagam com pressa: “Que temos com o Cristo? que temos a ver com a vida espiritual?”
É preciso permanecer vigilante à frente de tais sutilezas, porqüanto o adversário vai penetrando também os círculos do Espiritismo evangélico, vestido nas túnicas brilhantes da falsa ciência.
LIVRO:CAMINHO, VERDADE E VIDA
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL
Coord.: Thayanna Zuta
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ FOTOS DO GRUPO DE ESTUDOS: PRINCIPIANTE ESPIRITA Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ
Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ GRUPO DE ESTUDOS: PRINCIPIANTE ESPIRITA Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ
ESCOLHOS DA MEDIUNIDADE
(Allan Kardec )
( Os médiuns, também podem, sofrer OBSESSÃO)
(...)
70. Um dos maiores escolhos da mediunidade é a obsessão,
ou domínio que certos Espíritos podem exercer sobre os médiuns,
apresentando-se com nomes supostos e impedindo que por eles se
manifestem outros Espíritos. Isto constitui, também, um perigo em
que esbarra todo observador novato e inexperiente, que, desconhecendo
as características desse fenômeno, pode enganar-se pelas
aparências, do mesmo modo que aquele que desconhece a medicina
pode enganar-se quanto à causa e a natureza de uma doença.
Se, neste caso, o estudo prévio é vantajoso para o observador,
torna-se indispensável para o médium, pois lhe fornece os meios de
prevenir um inconveniente que lhe pode acarretar desagradáveis
conseqüências. Por isso toda recomendação é pouco para que o
estudo preceda sempre a prática.
71. Apresenta a obsessão três graus bem característicos: a
obsessão simples, a fascinação e a subjugação. No primeiro tem o
médium inteira consciência de que nada obtém de bom; não se
engana quanto à natureza do Espírito que teima em se manifestar e
do qual deseja livrar-se. Tal caso não oferece gravidade: é um
simples aborrecimento, do qual se liberta o médium se deixar, no
momento, de escrever. Cansado por não se ver atendido, o Espírito
acaba se retirando.
A fascinação é muito mais grave, porque o médium fica perfeitamente
iludido. O Espírito que o domina conquista-lhe a confiança
a ponto de lhe paralisar a capacidade de julgar as comunicações
recebidas e lhe fazer considerar sublimes os maiores absurdos.
O caráter marcante desse gênero de obsessão é a provocação
de uma extrema susceptibilidade do médium, o qual é levado a só
admitir como bom, justo e certo aquilo que ele próprio escreve, ao
mesmo tempo em que repele todo conselho e toda crítica. Então
rompe com os amigos, ao invés de se convencer de que é enganado;
alimenta inveja contra os outros médiuns, cujas comunicações
sejam consideradas melhores que as suas; e, por fim, quer impor-se
nas reuniões espíritas, de onde se afasta, desde que não as possa
dominar.
Essa atuação do Espírito pode ir ao ponto de arrastar o indivíduo
a dar passos ainda mais ridículos e comprometedores.
72. Um dos caracteres distintivos dos Espíritos maus é a imposição.
Dão ordens e querem ser obedecidos. Os bons jamais
impõem: dão conselhos e quando não escutados retiram-se.
Decorre daí que a impressão deixada pelos maus Espíritos é
sempre penosa e fatigante. Muitas vezes causa uma agitação febril,
movimentos bruscos e desordenados. Ao contrário, a dos bons é
calma, suave e agradável.
73. A subjugação, outrora chamada possessão, é um constrangimento
físico que exercem Espíritos da pior espécie e que
pode chegar até à anulação do livre-arbítrio do paciente. Muitas
vezes, porém, se reduz a simples impressões desagradáveis; outras
vezes provoca movimentos desordenados, atos insensatos, gritos,
palavrões, frases incoerentes, cujo ridículo o subjugado por vezes
compreende mas não pode evitar.
Esse estado difere fundamentalmente da loucura patológica,
com a qual erroneamente a confundem, por isso que a sua causa
não é uma lesão orgânica. Assim, diversa sendo a origem, diversos
devem ser os processos de cura. A aplicação do processo ordinário
de duchas e tratamento corporal por vezes chega a determinar uma
loucura verdadeira naquele que apenas sofria uma enfermidade
moral.
74. Na loucura propriamente dita a causa do mal é orgânica.
É preciso restituir ao organismo o seu estado normal; na subjugação
a causa é espiritual; é preciso livrar o doente de um inimigo
invisível – não por meio de medicamentos, mas opondo uma força
moral superior à dele.
Em tal caso a experiência tem provado que jamais os exorcismos
deram resultados satisfatórios: ao invés de minorar a situação,
agravam-na.
Apontando a verdadeira causa do mal, só o Espiritismo pode
oferecer o meio de combatê-lo: a educação moral do obsessor. Por
meio de conselhos bem dirigidos, consegue-se torná-lo melhor e
fazer que renuncie voluntariamente aos tormentos que causa ao
enfermo. Este, assim, fica livre.
75. Geralmente a subjugação é individual. Entretanto, quando
uma legião de Espíritos maus cai sobre uma povoação, pode
apresentar um caráter epidêmico.
Foi um fenômeno idêntico que se verificou ao tempo de Jesus.
E, então só um poder moral superior poderia dominar esses seres
malfazejos, chamados demônios, e restabelecer a calma das vítimas.
76. Há que considerar um fato importante: é que, seja qual
for a sua natureza, a obsessão independe do exercício da mediunidade
e se manifesta em todos os graus, principalmente no último,
em grande número de criaturas que jamais ouviram falar de Espiritismo.
Na verdade, desde que os Espíritos têm existido de todos os
tempos, sempre têm exercido influência; a mediunidade não é
causa – é simples meio de manifestação dessa influência. Assim,
pode-se dizer com segurança que todo médium obsidiado sofre de
um modo qualquer e, freqüentemente, nos atos mais comezinhos da
vida, os efeitos de tal influência. Se não fora a mediunidade, a
influência seria levada à conta de certas enfermidades misteriosas,
que escapam à investigação dos médicos. Pela mediunidade o
Espírito malévolo denuncia a sua presença; sem ela, permaneceria
oculto e ninguém o suspeitaria.
77. Aqueles que negam tudo quanto não afeta os sentidos não
admitem essa causa oculta. Quando, porém, a Ciência tiver saído
do caminho materialista, reconhecerá na ação do mundo invisível,
que nos envolve, e em cujo meio nós vivemos, uma força que tanto
reage sobre as coisas físicas quanto sobre as morais. Será um novo
caminho rasgado ao progresso e a chave de uma porção de fenômenos
até agora mal compreendidos.
78. Desde que a obsessão jamais poderá ser causada por um
bom Espírito, é essencial saber-se reconhecer a natureza daqueles
que se apresentam. O médium não esclarecido pode ser enganado
pelas aparências; mas o médium prevenido percebe o menor sinal
suspeito. Então, percebendo que nada poderá fazer, o Espírito se
retira.
O conhecimento prévio dos meios de distinguir bons e maus
Espíritos é, assim, indispensável aos médiuns que não querem
expor-se a uma armadilha. Também o é ao mero observador, que,
por esse meio, pode aquilatar o valor do que vê e do que ouve.
(...)
Referencias bibligráficas:
✎... O Principiante Espírita. Por Allan Kardec. Tradução de Júlio Abreu Filho. Editora Pensamento-Cultrix Ltda.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
GOTAS DE ESPIRITUALIDADE - JANEIRO/2012
FELIZ ANO NOVO / 2012
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
A reencarnação dos animais – Parte 1
R: Sim. O Espírito da Verdade disse que os animais não são simples máquinas, como supomos. Por isso são tratados de modo especial e não sem qualquer planejamento. Quando se trata de animais superiores, como por exemplo, os mamíferos, há um planejamento padrão, além de um outro quase individualizado. Quando se refere a animais de escalas evolutivas anteriores (insetos, por exemplo) são tratados de modo padronizado, somente por métodos pré-estabelecidos, mas mesmo assim há planejamento para cada espécie.
A partir de um determinado patamar evolutivo, os animais passam a ser tratados de modo mais individual, pois já atingiram certo grau de independência e estão mais livres de padrões, utilizam mais o seu livre-arbítrio. Por serem mais independentes, são preparados para reencarnação de modo particular, em alas compartilhadas com um menor número de indivíduos se comparados com animais que se encontram em fases evolutivas anteriores, que são preparados de modo padronizado para todo o grupo.
P: Eles podem reencarnar na mesma família onde eram queridos?
R: Os animais, principalmente os domésticos, aprendem conosco, que somos, além de irmãos, seus professores. Durante o tempo em que permanecem conosco, passam por várias experiências, como encarnados e, quando já for o suficiente, provavelmente ele reencarnará em outra família e em outra localidade onde aprenderá coisas que não podemos oferecer. Mas em geral retornam várias vezes ao mesmo lar.
Os animais cumprem alguns roteiros padronizados de aprendizado, além de outros mais particularizados e, desde que passem à contento, seguem para outra fase evolutiva e de aprendizado em companhia de pessoas diferentes que podem oferecer outras novas experiências a eles. O fato de serem queridos é importante, mas não é o fator determinante para que retornem ao mesmo lar.
R: Quando os animais que vivem em maior proximidade dos seres humanos desencarnam, eles são imediatamente, na maioria das vezes, encaminhados à reencarnação. Para alguns grupos de animais existem condições pré-estabelecidas e padronizadas, mas, para outros, há condições particulares, individualizadas. Para tanto há cronogramas particulares de roteiros de aprendizado que devem ser seguidos sob orientação de Espíritos encarregados disto. Espíritos de elevada categoria elaboram os projetos que são colocados em prática por Espíritos subordinados que se encontram mais próximos dos animais. Eles, então, organizam os animais ou os espíritos deles, para esta ou aquela atividade relacionada aos nossos irmãos, até completar o aprendizado em determinado grupo humano. Existem vários planos para um mesmo animal ou grupos de animais que podem ser substituídos um por outro a qualquer momento, segundo a determinação destes grupos espirituais de maior hierarquia, que decidem sobre os caminhos que deverão seguir os animais sob sua responsabilidade. Em geral, o plano original é mantido na medida do possível e somente é substituído em situações que obriguem a isso para preservar a vida do animal.
P: É possível um animalzinho reencarnar no mesmo lar?
R: Sim, é possível e ocorre com frequência, pois o aprendizado não se interrompe com a desencarnação do animal. Como retornam na primeira oportunidade, continuam praticamente do ponto onde pararam. A vida não é interrompida com a morte do corpo físico, pois do mesmo modo como nosso Espírito evolui pela reencarnação, os animais também reencarnam para reiniciar sua jornada interrompida temporariamente. No Mundo Espiritual os Espíritos encarregados da evolucão deles os encaminham às famílias ou aos locais onde deverão prosseguir com seu aprendizado, que, em geral, se repete várias vezes, podendo ser, também, por um curto período, dependendo da necessidade.
P: Fale um pouco sobre o tempo necessário para o animal reencarnar após ter desencarnado.
R: Ao desencarnarmos, ou quando desencarna um animal, alguns ajustes são necessários ao nosso Espírito e ao nosso corpo espiritual antes de retornarmos ao mundo físico. Quando desencarnamos de forma violenta, por exemplo, podem ocorrer lesões em nossos corpos espirituais que precisam ser reparadas antes do retorno. Os animais considerados inferiores passam por tratamentos preparatórios padronizados rápidos e, portanto, o retorno também é rápido. Animais superiores passam por tratamentos quase individualizados e mais demorados. O tempo varia de espécie para espécie animal, em função do seu grau de evolução e das condições, que são variáveis, mas sempre este período é relativamente curto, se comparado ao tempo que decorre para uma reencarnação humana. Minutos, horas, dias, meses, anos. Isso, como dissemos, ficará dentro de uma variante na dependência da necessidade evolutiva. Para se ter uma ideia, a preparação de um cão está em torno de dois a três dias (alguns animais domésticos podem permanecer no plano espiritual por mais tempo ou por tempo indeterminado, se estiverem sob a tutela e responsabilidade de algum Espírito amigo que queira cuidar dele) antes de ser enviado para o mundo físico na forma de um embrião, que irá se adaptar ao útero materno e se desenvolverá durante o período de gestação, que no caso dos cães é de cerca de 60 dias. O tempo que permanecem no plano espiritual, chamado de erraticidade, é curto, pois não dispõem de muito para avançarem na evolução espiritual. Eles não podem se dar ao luxo de desperdícios de tempo. Quanto mais rápido retornam ao físico, mais experiências adquirem para evoluir.
(Respostas por Marcel Benedeti - Do site Comunidade Espírita)
* * *
“Chico, pare e preste atenção neste cãozinho. É o Dom Pedrito que está voltando para você.”
(Emmanuel, mentor espiritual de Chico Xavier, referindo-se à reencarnação do cão de Chico - Do livro de Irvênia Prada: “Questão Espiritual dos Animais”)
* * *
“A cada nova existência o espírito dá um passo no caminho do progresso.”
(Espírito da Verdade)

















































